mantas de retalhos : quilts

nova manta



Esta pequena manta já deve ter quase um ano de gestação. Estava no cesto dos trabalhos a acabar, aquele que já se estende por vários cestos, sacos e gavetas. Gosto do seu tamanho, perfeita para aconchegar um bebé no berço ou ao colo do pai ou da mãe. Mais tarde, quando o bebé começa a querer brincar, é quente e macia para estender no chão.
É de algodão, com bordado inglês e, ao contrário das outras que até hoje fiz, não tem enchimento porque foi cosida a uma manta polar muito macia. É leve, fresca e quente ao mesmo tempo. Dá para ver que estou satisfeita?

às novas princesas


Está acabada e tinha que a fotografar já. Amanhã, limpa de linhas e passada a ferro, estará pronta para aquecer o quarto de alguma princesa que por aí ande e por ela se apaixone.

Bom fim-de-semana!


Ontem comecei a cortar as peças para este novo quebra-cabeças. Quero fazer uma manta para um quarto de menina, não muito nova, não muito crescida, ali pelo meio-termo. Agora cheguei àquela parte onde costumo me perder: decidir-me quanto ao desenho que quero obter. Há tantas possibilidades! E é isso que é fascinante, a infinita possibilidade. E depois, as limitações humanas, que há que aceitar, e insistir em ultrapassar, pouco a pouco.
Hoje recebi uma encomenda de última hora. Um boneco para dar a um menino que fez ontem dois aninhos: o meu irmão (30 anos) mais novo. E estou muito satisfeita com o resultado. Acabei-o agora mesmo. Sei que devia esperar até ser dia para o fotografar mas como tenho dificuldades em aprender a esperar, aqui fica já uma amostra. Parece ser charmoso, não acham?

Amanhã dou folga a mim mesma. Boa noite e bom fim-de-semana!

Manta Portuguesa Com Certeza

Acabei a manta. Foi trabalho intensivo para não fazer esperar muito. É difícil fotografar algo tão grande (150 x 170 cm), principalmente quando não temos ninguém por perto para a segurar. Aqui está em cima da mesa mas na verdade destina-se a uma poltrona, num escritório de uma senhora com um apelido de fazer inveja: Portugal.
Gosto do ar rústico que tem, é de certeza do campo. Ficaría muito bem na casa dos meus sonhos… 🙂
Ontem (que já era hoje) decidi colocar um pequeno mapa no blog que mostra em tempo real os países onde me visitam. Ainda sou uma novata nisto, ainda é tudo muito experimental, daí não conseguir entender como é que há pessoas do outro lado do mundo a ler o que escrevo ! Sendo assim, mesmo havendo a possibilidade de serem na maioria portugueses espalhados pelo planeta, vou tentar não me esquecer de escrever também em inglês. Porque também estive muitos anos num país estranho e sei perfeitamente o que isso é. E assim já não sou tão chata, já não há tempo, deixo-me de histórias 🙂

I’ve finished the quilt. It was intensive work so that it would’nt take long. It´s hard to take a picture of something as large as this (150 x 170 cm), specially when there’s nobody around to hold it for you. Here it is laying on the table but it’s actually for an armchair, which is in an office of a lady who has an enviable surname: Portugal.
I like the rustic look it has, it belongs to the countrylife, that’s for sure. It would look great in the house of my dreams…. 🙂
Yesterday (it was actually today) i’ve decided to try out a little map that shows in real time where in the world people visit this blog. Because it’s all so new to me, it’s hard to understand how there are people from the other side of the world reading what I write! Because of that, and even if those people are mostly portuguese spread around the planet I will try to not forget to write in english as well. Because I’ve lived a loooong time in a different country too and know exactly what that’s like. Therefore I won’t be such a pain, there won’t be enough time, I’ ll stop telling (never ending) stories 🙂
Let me know where you are, what you have to say!

Sobre recordar

Setenta e muitos: – Ai, recordar já não é bom… dá vontade de chorar…
Vinte e poucos: – Não sejas assim, recordar é bom!
Setenta e muitos com lágrimas nos olhos: – …. ai ….
Vinte e poucos: – Ó!
Uma tem a vida toda pela frente, a outra tem a vida toda para trás.

Ao sol

Se me perguntarem o que quero ser quando for grande ainda não sei responder.
Mas sei o que me faz sentir viva, ao ponto de me esquecer de comer e dormir – tenho que criar. Ultimamente tenho estado a descobrir a infinita possibilidade de conjugar cores em tecido, o patchwork.

Aproveitei o sol para fotografar a primeira manta de patchwork que fiz quando vivia na Holanda, a última ainda em construção que me faz lembrar uma tarde de verão vista por uma menina, e a primeira peça de roupa feita para o M. que adora vermelho.

Viva o sol!
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