bonecos de pano : soft toys

passo-a-passo na My Sweet Crafts

passo-a-passo

passo-a-passo

passo-a-passo

A My Sweet Crafts convidou-me a fazer um passo-a-passo para os seus leitores e eu assim fiz, com muito gosto. Procurei desenhar um boneco simples para que todos o possam fazer, mesmo que com pouca experiência na costura. Não deixa, no entanto, de ser engraçado de fazer, podendo ser feito à mão ou à máquina. Não é por acaso que aparece agora pela Páscoa e esperamos, eu e a editora, que nasçam por aí muitas coelhinhas, para oferecer nesta quase Primavera.
No entanto, por lapso, ao passar o molde, a revista diminuiu consideravelmente o seu tamanho original, o que torna o processo quase impossível de concretizar. A editora lamenta o sucedido e vai disponibilizar o molde com as medidas originais assim que possível na sua página do facebook  – e eu farei o mesmo, por aqui.
E agora tenho duas revistas para oferecer! Quem quiser receber uma em sua casa basta ser seguidor do Amo-te Mil Milhões, gostar do Amo-te Mil Milhões no facebook e deixar aqui um comentário até o próximo post.
Até lá!

gansos coroados

Os dias não são suficientes para tudo aquilo que quero fazer.
Nasceram sete gansos, desta vez coroados (não me perguntem porquê!), o que lhes dá um ar ainda mais altivo. Agora, há que fazer uma loja on-line (confesso que essa é a parte que menos gosto no meu trabalho).
Tenho que acabar as peças que comecei para enviar para as famílias refugiadas e recolher todos os trabalhos daquelas que se juntaram a mim neste projecto até o final da semana. Daqui a poucos dias seguem para a Grécia.
O aniversário da senhorita Alecrim está aí não tarda e eu já sei o que lhe quero fazer.
Haja saúde para mãos irrequietas 🙂
Tenham uma boa semana!

all the way from Texas

happy customers
Olhem só quem já mandou notícias! 
Dizem que estão bem, que gostam muito da sua nova família e que não se importam nada de dar uma ajudinha com os gémeos. 
Thank you guys! This made my day 🙂

os gatos gémeos

os gémeos
os gémeos

os gémeos

Estou de volta, com muito trabalho em mãos, muitas ideias em mente, e muita vontade de dar vida a esta minha casa (que também é vossa). 
O que percebi e aceitei é que na minha vida, de momento, não cabe tudo. (Haverá vida em que tudo cabe?) Sentia a mente demasiado cheia, como que um quarto demasiado cheio e escuro em que ninguém entrava há muito tempo. Ninguém gosta de ter um quarto morto em casa, certo? Como cheguei a esse ponto, não sei, mas tenho a certeza que não sou a única a senti-lo. Talvez sejam os 40 a aproximar-se (entretanto fiz 39!). Senti que a bagagem que tinha às costas era demasiado pesada para aquilo que ainda quero caminhar. E que dessa bagagem, o que realmente preciso é muito pouco. Tenho me obrigado a desfazer de coisas de que não preciso, o que não é fácil para mim, que sou coleccionadora por natureza. Mas no fim, sabe mesmo bem perceber que conseguimos perfeitamente viver sem aquele casaco ou aquele vaso, que a culpa é uma invenção do ser humano e que se a superarmos crescemos e fazemos espaço na casa, na vida e mais importante ainda – em nós. 
Percebi e aceitei também que tenho que relaxar mais. Os meus dias, por incrível que pareça a muitos (até a mim!), são passados a correr desde que me levanto até que desmaio na cama. E isto, quase sempre dentro de casa (que não é grande). E isso é ridículo, não o aceito, não o quero na minha vida. Quero ter tempo para trabalhar, para ler, para brincar com os meus filhos, para caminhar, para ver bons filmes, para desenhar, para descobrir. E vou consegui-lo. Se os meus dias são mais frutíferos por andar a correr? Nem por sombras. 
Há que adoptar rotinas que me ajudem a criar novos hábitos. Para começar, vou voltar a partilhar um pouco dos meus dias por aqui, que gosto tanto de o fazer e vou voltar a acompanhar os dias de quem tanto gosto de ler. É algo que me faz feliz. Sem dúvida alguma, algo para manter.

os gémeos

Assim que nasceram, os gatos gémeos voaram para o Texas, onde tenho a certeza que serão felizes. Mandem notícias!

Mãe Canguru

Cangurus

Cangurus

Cangurus

Tenho estado as duas últimas semanas de volta destas meninas. Foi um pedido especial, que decidi fazer num tecido que nunca tinha experimentado. Confesso que não sei se voltarei a trabalhar com ele porque embora seja muito macio e agradável ao tacto, é muito diferente daqueles a que estou habituada.
Fazer uma canguru já estava na minha lista de bonecos a testar por isso tive que dizer que sim à proposta que surgiu. E ainda bem que o fiz porque se até então o canguru era aos meus olhos um animal estranho (não consigo gostar de caudas), hoje até o acho elegante. Foram tantos os desenhos que rabisquei que passei a percebê-lo melhor. O canguru é um animal fortíssimo (não confundir com aqueles que mal vemos no Jardim Zoológico), imponente mas também é um mamífero que transporta a cria, protegendo-a até esta estar pronta para a vida. E quem não se identifica com isso?
Antes deste fiz um outro, que fica para mim e agora tenho que fazer mais um para a menina cá de casa, que os adorou.
E é assim que os bonecos Amo-te Mil Milhões são feitos, com grande dedicação e cuidado, nos intervalos da vida de mãe. 

miau

as primeiras do ano

as primeiras do ano

as primeiras do ano

as primeiras do ano

as primeiras do ano

São as primeiras do ano, ou últimas do ano que passou. Fizeram comigo a transição do velho para o novo. Óptimas ouvintes, pacientes, já deviam estar desejosas de sair das minhas mãos. Assim que as dei por terminadas, fizeram as malas e partiram para as suas novas casas.
Costumam perguntar-me quanto tempo levo a fazer um boneco, ao que eu respondo mais ou menos da mesma maneira: se tivesse um dia inteiro só para o meu trabalho, provavelmente demoraria dois ou três. Quando digo que um destes casacos leva umas quatro (para não dizer cinco ou seis) horas a fazer compreendo o espanto e até a dúvida no olhar de quem pergunta. A mim também me custa a crer, mas é a verdade. No outro dia passei por um blogue cujo nome não devia ter esquecido, onde a artesã, na descrição do seu trabalho, incluía também o tempo que o levava a concluir. Gostei da ideia e acho que a vou começar a praticar. 

o gato avô

Gato avô

Gato avô

Gato avô

Gato avô

Era uma vez um gato que já era avô. Passava as tardes na rua com os seus netos, de um lado para o outro em mil e duas aventuras. Eram tantos os netos que muitas vezes se juntavam a estes outros netos de outros gatos, sem ele se aperceber. Há também a hipótese de ele se aperceber e não se importar, mas isso nunca vamos saber. Bom, bom era passar o dia ocupado em tão animada companhia. 
Ao fim do dia, chegada a hora, regressava a casa, vestia o pijama e procurava a sua manta. Era o descanso do guerreiro, do avô guerreiro, do avô gato.
Que todos os avós tenham netos e que todos os netos tenham avós – ou o mundo jamais será o mesmo.

novo boneco

miss black cat

miss black cat

miss black cat

miss black cat

maria and miss black cat

Está finalmente pronta para sair à rua. Tudo o que ela quer é sol e muita brincadeira. 
Com uma bebé em casa é muito difícil conseguir trabalhar, o ritmo é outro, damos um passo em frente e dois para trás. Por outro lado, temos os melhores críticos por perto. E é tão bom ver com os meus olhos aquilo que me costumam contar: como eles gostam de brincar com eles, como os agarram e não largam mais, como dormem agarrados a algo que eu criei com tanto amor. É tão bom. Compensa tudo.
Agora é esperar que apareça uma família bondosa que a queira adoptar. 
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