eu não digo
que os meus sacos vão mais longe que eu?
que os meus sacos vão mais longe que eu?
Não me canso daquela terra. Deve ser das mais bonitas de todo o mundo. Um fim-de-semana apenas é tortura. Quero lá viver, naquela imensidão rica em silêncio nobre, silêncio que não dói, que nos enche a alma de vida. Agora tenho mais de quinhentas fotografias para organizar e tantas para vos mostrar…! Ora adivinhem lá … Ler mais
Acabei-o ontem à noite. A maior parte do trabalho foi feita à mão, demoradamente, mas deu-me muito gosto a fazer. Acho que é o primeiro de muitos. E os botões de madeira combinam na perfeição! Agora, vamos fazer a mala e pôr o pé na estrada!
Já há muito tempo que quero falar deste livro. Ofereci-o a pai e filho no Dia do Pai, para que juntos o descobrissem e, verdade seja dita, me dessem algum descanso… Todas as mães percebem bem o que quero dizer! O Livro dos Aviões de Papel fala sobre assuntos que definitivamente não fazem parte do … Ler mais
Adoro sombras. São reflexos do momento que jamais se repetirá, amostras de um mundo inatingível que nos acompanha mesmo quando não o vemos. Para mim, incurável sonhadora, são tão reais como o chão que vou pisando. Tornar-me sombra, de vez em quando, invisível e despercebida – e no entanto, estar lá sempre, vendo-os passar, do … Ler mais
O homem que está no menino dorme tão feliz lá dentro. Não se acorde no menino o homem que ele será. Se voa, vai ser pardal? Se corre, vai ser atleta? Se briga, vai ser normal? Se chora, vai ser poeta? Que homem é que ele será? O que é que o menino vai ser? … Ler mais
Gostei tanto dos botões de madeira que utilizei nas últimas peças que decidi tentar fazê-los em casa. Pai e filho encarregaram-se de pôr mãos à obra e o resultado superou as minhas expectativas. São rústicos, únicos, cheios de vida, com o leve perfume da madeira de cedro. A partir de hoje, à venda na loja.
Soube-me bem ver os sobreviventes dos bairros mais antigos e tive esperança que um dia voltassem a ver as suas ruas cheias de gente. Fiz uso da máquina fotográfica tal qual uma turista. Soube mesmo bem. Pouco depois encontrei na esplanada a razão pela qual saio cada vez menos. Gente que olha com as narinas … Ler mais