uma aventura na horta – Janeiro

preparar a terra

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Lavoura das terras e preparação das culturas de Inverno, como a da batata, iniciando-se onde for possível, a plantação precoce. A poda no Minguante é recomendável, mas nas figueiras, laranjeiras e macieiras os grandes cortes são prejudiciais. Enxertos no Crescente. Semear fava, ervilha, alface e rabanete. No Norte e no Centro, semear centeio, couve galega, nabo, nabiça, rabanete, salsa e tomate. No Sul, cenoura, couves, ervilha, feijão, nabiça e tomate. Em estufa ou cama quente, plantar pepino, meloa e pimento. Semear canteiros de cenoura, alho, cebola, alface, ervilha, alho-porro e salsa. Na Horta semear (em canteiros ou em alfobres bem abrigados e defendidos das geadas) alface romana, couve repolho e sabóia, rabanete. Colher couves, espinafre, etc.(…)
O Verdadeiro Almanaque, Borda D’ Água, para 2011
A não esquecer: comprar galochas, ler tudo o que tenho em casa sobre o assunto e parar de gritar sempre que encontro uma minhoca no meio da terra.

14 comentários em “uma aventura na horta – Janeiro”

  1. pois pois… alegra-te com as minhocas! não voam, não saltam, não picam nem mordem! e também não vão longe enquanto nós gritamos… um verdadeiro dom da natureza, te digo eu 😉
    mas ainda bem que te lanças nessa vida. a mim, cada noite de ventania e chuva intensa, me desmotiva cada vez mais.

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  2. Se são obesas então a terra é óptima! São boas fertilizadoras e óptimas «arejadoras» da terra! Mas umas boas luvas e umas boas galochas devem evitar parte da «gritaria». Boas lavouras! 🙂

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  3. Lindo, adorei. As fotos, o texto do Almanaque, que também comprei para este ano, e claro, as notas a não esquecer. Lindo! Se o meu filho estivesse aí com vocês ia delirar, como delira na horta do avô. Rodeado de bichos é que ele está bem, minhocas incluídas, eh eh!

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  4. Tenho imensa pena que a maior parte das pessoas não conheçam o Borda d'àgua, que além de ser útil a quem gosta de se aventurar a cuidar de hortas e quintais, vem cheio de sabedoria tradicional, escrito a condizer e mesmo que algumas secções tragam pormenores não muito "científicos" fazia bem a muita gente pensar um bocado sobre eles. Actualmente vive-se numa estufa. Somos protegidos da natureza e da sabedoria popular, regados por supermercados onde há morangos em dezembro e adubados pela comunicação social para crescermos magros e sem terra debaixo das unhas. Gostamos desses confortos mas muitas vezes nem temos termo de comparação quer para apreciarmos as partes boas dele, quer para repudiarmos as más. Não fazia mal nenhum um bocadinho de cultura viva, com terra nas mãos e minhocas no meio da terra onde cresce a comida. E escrito como há 80 anos.

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