Primavera, finalmente!

Temos cebola, tomate, pimento, meloa, alface, feijão-verde e couve portuguesa. Agora é esperar que as redes colocadas por cima da terra mantenham os coelhos do lado de fora, regar e desfrutar. É altura para a famosa limpeza de primavera – interior e exterior: deitar fora o velho para dar lugar ao novo. Estes ciclos trazem consigo tanta … Ler mais

tesouros

Uma das cadernetas de cromos que guardo comigo desde pequena. Se na altura a tratava como um tesouro, hoje trato-a como um tesouro valioso. A minha personagem preferida era a índia sioux, na penúltima página, que na altura serviu como modelo para a fantasia de carnaval que mais gostei de usar. Essa, com muita pena minha, … Ler mais

gansos

Depois de muitos gansos feitos e desfeitos, estes dois estão prontos. Logo mostrarei mais. O meu pensamento está com o povo japonês, que sempre admirei e quis visitar. Um dia. After many made and unmade geese, these two are ready. Soon I’ll show more. My thoughts are with the japonese people, who I’ve always admired and wanted to … Ler mais

acreditar

Na escola, tentam convencer-me a baptizar o M. para que ele venha a fazer a primeira comunhão. Eu sou baptizada e fiz a primeira comunhão, como a maioria das pessoas da minha idade. Porque era costume, fazia parte do viver em sociedade que se diz católica. Se bem me lembro, nunca gostei de ir à … Ler mais

lebre

Depois de uma longa mas necessária pausa, as lebres regressam. Foram precisos uns meses sem tocar no molde para agora voltar a elas e apreciar todo o processo novamente. Porque o trabalho que se repete muitas vezes corre o risco de perder a sua singularidade – há que criar espaço, distância, saudade. E ainda bem que assim … Ler mais